Um homem justo, o carpinteiro de Nazaré: modelo cristão de esposo e pai.

(…) Nos momentos difíceis e às vezes dramáticos, o humilde carpinteiro de Nazaré nunca arroga para si mesmo o direito de pôr em discussão o projecto de Deus. Espera a chamada do Alto e em silêncio respeita o mistério, deixando-se orientar pelo Senhor. Quando recebe a tarefa, cumpre-a com dócil responsabilidade:  escuta solicitamente o anjo, quando se trata de tomar como esposa a Virgem de Nazaré (cf. Mt 1, 18-25), na fuga para o Egipto (cf. Mt 2, 13-15) e no regresso para Israel (cf. Mt 2, 19-23). Com poucos mas significativos traços, os evangelistas descrevem-no como cuidadoso guardião de Jesus, esposo atento e fiel, que exerce a autoridade familiar numa constante atitude de serviço. As Sagradas Escrituras nada mais nos dizem sobre ele, mas neste silêncio está encerrado o próprio estilo da sua missão:  uma existência vivida no anonimato de todos os dias, mas com uma fé segura na Providência.

(Bem-aventurado Papa João Paulo II, na Audiência Geral de 19 de Março de 1979.)

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