O amor cristão aos pobres.

Deus abençoa os que ajudam os pobres e reprova os que deles se afastam: «Dá a quem te pede; não voltes as costas a quem pretende pedir-te emprestado» (Mt 5, 42). «Recebestes gratuitamente; pois dai também gratuitamente» (Mt 10, 8)É pelo que tiverem feito pelos pobres, que Jesus reconhecerá os seus eleitos (Cf. Mt 25, 31-36). Quando «a boa-nova é anunciada aos pobres» (Mt 11, 5; Cf. Lc 4, 18), é sinal de que Cristo está presente.

«O amor da Igreja pelos pobres […] faz parte da sua constante tradição» (João Paulo II, Enc. Centesimus annus, 57). Esse amor inspira-se no Evangelho das bem-aventuranças (Cf. Lc 6, 20-22), na pobreza de Jesus (Cf. Mt 8, 20) e na sua atenção aos pobres (Cf. Mc 12, 41-44). O amor aos pobres é mesmo um dos motivos do dever de trabalhar: para «poder fazer o bem, socorrendo os necessitados» (Cf. Ef 4, 28). E não se estende somente à pobreza material, mas também às numerosas formas de pobreza cultural e religiosa (Cf. João Paulo II, Enc. Centesimus annus, 57).

O amor dos pobres é incompatível com o amor imoderado das riquezas ou com o uso egoísta das mesmas.

(Catecismo da Igreja Católica, n. 2443-2445.)

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