De beata vita.

Não. Porquê ter medo da morte?
É o destino universal de todos os homens!
E na verdade, quanto mais nos aproximamos de Deus, mais nós somos felizes. E na verdade, este é o fim da nossa vida. Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais nós somos felizes; mais rápido vamos para Deus. Não é mesmo? E na verdade nós não devemos ter medo, não é mesmo? Ao contrário: é uma grande alegria para nós todos, podermos reencontrar um pai.
(…)
O passado, o presente, são coisas humanas. Em Deus não existe o passado.  Só há o presente. E quando Ele nos vê, Ele vê já toda a nossa vida. E como Ele é um ser infinitamente bom, Ele busca unicamente o nosso bem. E em tudo o que nos acontece, na verdade, nada há com que se inquietar.
(…)
Com freqüência agradeço a Deus por Ele me ter tornado cego. Tenho certeza que foi para o bem da minha alma, que Ele permitiu isto.
(…)
É uma pena que o mundo tenha perdido o sentido de Deus. É uma pena, não é mesmo? Porque as pessoas não têm mais razão de viver. Se suprimimos Deus, bem… Porquê viver?
(…)
Devemos partir sempre do princípio de que Deus é infinitamente bom; e de que tudo o que Ele faz, Ele o faz para o nosso bem. É por isso que devemos ser sempre felizes.
(…)
Um cristão não deve jamais ser triste. Porque tudo o que lhe acontece é da vontade de Deus, ou é permitido por Deus para o bem da sua alma.

(Palavras de um velho monge cartuxo, cego.
Extraído do filme-documentário O Grande silêncio.)

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